Uma realidade entre nós e a Google é que se formatou ao longo das suas aquisições e lançamentos um intenso vínculo de necessidades de trabalho.
Hoje pesquisar, usar email, encontrar notícias, assistir a um vídeo, agregá-los e compartilhá-los pode ser feita por cententas de serviços online, mas em sua maior porção são os serviços da Google aos quais mais recorremos.
A nova publicidade do Yahoo! junto ao pensamento de Willian Max traduz uma outra perspectiva de que o usuário se amolda muito mais a um portal de conteúdo e serviços do que sistemas separados
A Google diz que não. São justamente os seus serviços que mais utilizamos. Esta semana a Google comprou uma empresa que busca prever o futuro através de realidades, contexto e conteúdo do passado ao presente.
Mas (“ao generalizar”) o futuro da tecnologia, teremos a Microsoft, Apple e Google numa disputa intensa pelo mercado de convergência digital. Todas as três com especificações tecnológicas próprias na busca de liderança.
A Microsoft quer lançar seu celular, a Google já o fez e a Apple se estabiliza no mercado. O certo é que para buscar utilizamos um, para vídeo outro, para notícias tantos outros mais, mas é do Google a maioria desses serviços.
A algum tempo a Google quis o Twitter em outros o Yahoo!, hoje o celular, o vídeo, a publicidade. Se um serviço, conceito ou idéia está em emergência a Google se lança no mercado com uma proposta ou adquire a de maior convergência de usuários.
Sabe a Coca-Cola? Ela vende (também) camisetas, calça jeans e tantos outros acessórios. Daqui a algum tempo vou tanto usar o Youtube, o Docs, o Chrome quanto o tennis, a calça e a camiseta da Google
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