Quando se fala na convergência da web para os aparelhos móveis (Celular, SmartPhones e iPhone) temos que levar em conta requisitos de primeiro e segundo nível

Do primeiro nível, (e penso que poderia se aberto em sub-níveis), levamos em conta todo aparato para que essa integração se torne possível. Assim, as cartas do baralho são os fabricantes, desenvolvedores, operadoras e distribuidores.
Ora, para que eu possa acessar o Gmail pelo meu celular, o meu aparelho passou por todos eles. É certo que os recursos tecnológicos que dispomos nos levam à terceira geração (Celular 3G) de celulares.
Muito se pode absorver da web devido a eles. Desenvolvedores têm trabalhando muito, novas corporações surgindo dia a dia e grandes distribuidores correndo na tentativa de “fatiar” o maior pedaço desse bolo. Embora com rapidez, no Brasil, é evidente, esse alcance não se dá tão rápido quanto lá fora.
Se não estiver por fora de tudo que acontece no mundo mobile, estaremos recebendo uma tecnologia que lá fora já está bem evoluída. A pouco dias ouvi dizer que o 3G já era, agora é o 4G. Pode!?
Longe de mim, em pleno 26 anos, fazer uma apologia do terceiro mundo, mas ao que parece sempre recebemos tecnologias aqui quando lá fora já a muito tempo são usadas.
Ora, depois de 1 ano, cadê iPhone?
- (obs.: 1 – iPhone não suporta ainda 3Gainda) – Saiba Mais no Blog.MacMagazine
- (obs.: 2 – Já se pode Comprar o iPhonepelo Mercado Livre)
Pelo segundo nível levamos em conta o usuário final, que não consegue absorver com rapidez essa nova geração por questões práticas.
A exemplo, que acredito ser um grande obstáculo, são os custos tanto dos aparelhos quanto do acesso à internet. Os preços praticados aqui no Triangulo Mineiro não são nada “palatáveis”
Tudo bem, se já possuímos os recursos disponíveis para o seu acesso, aparelhos que os suportam “com maestria” e todos esses aparatos para ter o “mundo online em nossa mão”, os “vencimentos” não cobrem os custos. É muito caro!
As operadoras, “por tudo que determina suas políticas de custos”, estão praticando preços altos. Ter acesso a poucos bytes nos custa, “no velho e não tão bom ditado”, o “olho da cara”. Ou melhor, são preços que muitos não estão “dispostos” a pagar.
Assim, tanto estrutural quanto cosumerista, as tecnologias móveis anda a passos curtos. Para nos, simples brasileiros, são aparelhos não tão novos quanto a contemporaneidade da sua evolução. Isso é muito chato!
Abraços
Palavras Deste Artigo:
- iphone mais barato do mundo
- eu quero um iphone
- quero um iphone



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